Assim, supondo que “p“ e “q” sejam proposições elementares, é possível mostrar na tabela de verdade abaixo todas as funções de verdade que podem ser geradas a partir de “p“ e “q”:
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 |
| V | F | V | V | V | F | F | F | V | V | V | F | F | F | V | F |
| V | V | F | V | V | F | V | V | F | F | V | F | F | V | F | F |
| V | V | V | F | V | V | F | V | F | V | F | F | V | F | F | F |
| V | V | V | V | F | V | V | F | V | F | F | V | F | F | F | F |
Em 5.5 Wittgenstein afirma que toda função de verdade é um resultado da aplicação sucessiva da operação (----V)(
,...) a proposições elementares. Ou seja, apenas com uma operação é possível, aplicando a sucessivamente a selementares, gerar todas as proposições moleculares possíveis. E esta operação N, que nega todas as proposições entre os parêntesis a direita. Entretanto, vale ressaltar que não é a operação de negação “~”, mas uma negação mútua, ou seja, a operação N atribui o valor de verdade V apenas ao caso em que todas as proposições utilizadas como base estejam com os valores de verdade F. Nos demais caso, a operação N atribui o valor de verdade F.
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